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Merecimento, você precisa chamar de seu

03 de abril de 2018


Precisamos ter o merecimento como verdade e, assim,ele se manifesta, sem se perder.

 

“Parece que é um milagre. Por conta da terapia, hoje, sou outra pessoa”. A frase dita por duas clientes durante sessões psicoterapêuticas recentes me levou a escrever este texto. Elas acreditavam que parecia um “milagre” e, eu, que era merecimento. E, a partir disso, as coisas tomaram outra dimensão.

Sentir-se melhor, mais plena, leve, realizada ou, simplesmente que está percorrendo o caminho certo, é - de fato - um acontecimento formidável. Porém, explicável pelas leis naturais.

Foram várias sessões de terapia, um intenso trabalho de autoconhecimento, de reconhecimento do que realmente é, de (re) descobrimento do que busca e do que quer, de clareza do que verdadeiramente deseja para a vida. De coragem para mergulhar em si mesma, compreender as respostas que já habitavam sua essência e libertar-se de dores psíquicas, crenças e hábitos. De certo, não foi milagre!

Era preciso, ainda, relembrá-las de ver a vida e as situações com um outro olhar. Pois os resultados surpreendentes devem ser assumidos como parte de nós.

Merecimento, no dicionário, significa: mérito; valor; ter direto a; ser digno de; estar em condição de receber ou obter. Pois bem, por que atribuímos à palavra merecimento apenas o significado de “quem se doa por inteiro ao outro” ou de “quem não se ama”, por exemplo?

Essa distorção - definitivamente - nos enfraquece e nos impede de fluir e usufruir.

Não é apenas teoria. É prática. Precisamos ter o merecimento como verdade e, assim, ele se manifesta, sem se perder. Imbuídos de merecimento, automaticamente, temos forças para nossos próximos resultados.

Agora sim, missão cumprida. Corajosamente cumprida.

 

Por Regina Silva, psicoterapeuta, coaching, consteladora e fundadora do Gyraser

 

Veja também: Como transformar metas em resultados